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IDEOLOGIAS DE PODER:

"Investigando a hierarquia de marcadores sociais"

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IDEOLOGIAS DE PODER: "Investigando a hierarquia de marcadores sociais"

INFORMAÇÕES IMPORTANTES

CARGA HORÁRIA 20H

PERÍODO 15 MAI a 10 JUL

ENCONTROS PELA PLATAFORMA ZOOM

INVESTIMENTOS R$ 120,00 MENSAIS

SOBRE O GRUPO DE ESTUDOS

O Grupo de estudos “Ideologias de poder: investigando a hierarquia de marcadores sociais” nasce com a proposta de investigar as ideologias que segmentam e hierarquizam marcadores sociais como raça, sexualidade, gênero, classe, território e nacionalidade. Parte-se da hipótese de que tais marcadores estruturam regimes de saber, formas de transmissão e modos de subjetivação. A proposta é investigar a branquitude e a heterossexualidade compulsória como operadores ético-epistemológicos: lugares de enunciação historicamente naturalizados que sustentam narrativas hegemônicas, definindo pertencimento, não pertencimento, acesso e ausência de acesso. Compreende-se que a hierarquia dos marcadores sociais inscreve como privilegiados aqueles que se aproximam da norma, privilégio que se sustenta apenas na medida em que aqueles que dela se afastam suportam os efeitos das ideologias de poder e de exploração que organizam tal estrutura.

OBJETIVO

Investigar criticamente as ideologias de poder que estruturam a hierarquia de marcadores sociais, tais como raça, sexualidade, gênero, classe, território e nacionalidade, analisando seus efeitos na produção do conhecimento, na transmissão da psicanálise e nos modos de subjetivação, com vistas a tensionar ideologias de poder, como da branquitude e da heterossexualidade compulsória, e sustentar uma ética de abertura à diferença.

COORDENADORA

MARIANA CABEÇA

É doutoranda em Psicanálise: Clínica e Cultura (UFRGS) mestre em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (USP) . foi pesquisadora interna do Departamento de Psicologia da Stellenbosch University (2024). Bacharela em Psicologia pela Unesp Assis (2019), é coautora do Guia de Reconhecimento da Branquitude (Educando pela Diversidade, 2020) e do livro Ambivivências (Inteligência, 2021). Atuou no Núcleo de Estudos Críticos sobre Branquitudes (NEB – UNESP) e atualmente integra o Laboratório de Psicanálise, Sofrimento e Política (PSOPOL – USP) e o Núcleo de Estudos sobre Raça e Interseccionalidade (NERI – UFC). É docente (2024 - atual) do Institudo D’Alma e, desde 2025, é parte do Grupo de Iniciativa Psi Antirracista (GIPA).

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